Elaborar um bom planejamento financeiro não é uma tarefa tão complicada. O importante é dar o primeiro passo, pois com dedicação e orientação é possível eliminar situações econômicas inesperadas.

A falta de planejamento financeiro pode gerar uma série de problemas. Afinal, quem não consegue controlar o próprio dinheiro acaba gastando mais do que deveria e se enrolando em um conjunto de dívidas e juros.

Por isso, é fundamental manter a vida financeira organizada e evitar, ao máximo, arruinar as finanças pessoais.

Quando o âmbito financeiro é bem administrado, é possível analisar novas oportunidades de negócio, pagar as contas em dia e proporcionar momento de lazer a família.

Entretanto, se você não sabe por onde começar, confira a seguir nove passos de como organizar as finanças pessoais!

Como organizar as finanças pessoais?

Elaborar um bom planejamento financeiro não é uma tarefa tão complicada. O importante é dar o primeiro passo, pois com dedicação e orientação é possível eliminar situações econômicas inesperadas.

Para isso, separamos 5 dicas que certamente vão auxiliar o seu controle financeiro. Ficou interessado? Acompanhe!

  1. Faça um diagnóstico

A maioria das pessoas não conseguem manter o controle financeiro pois não administram o fluxo de caixa. Isto é: não sabem identificar o quanto ganham e o quanto gastam.

Nesse sentido, para elaborar um bom planejamento financeiro, é preciso anotar as receitas e as despesas. Com esse diagnóstico, você terá, de forma clara, uma análise dos seus gastos frequentes e dos custos desnecessários.

  1. Crie um orçamento

Com o diagnóstico em mãos, o próximo passo para organizar as finanças é definir o seu orçamento. Nessa etapa, é preciso identificar os seus gastos fixos, como aluguel, parcela do automóvel ou mensalidade escolar – que geralmente possuem o mesmo valor.

Além disso, é necessário analisar os custos adicionais, como elevador de escada e conta de energia e água, que mudam conforme o consumo do proprietário.

Seguindo a linha de raciocínio das empresas e do governo, você pode basear o seu orçamento de acordo com a sua receita, ou seja, definir que os seus gastos não vão ultrapassar 50% da sua renda.

Para um melhor controle financeiro, é possível também traçar algumas metas de redução de custos por meio do consumo de água, luz e internet.

  1. Priorize as contas com jurosaltos

Se você ainda não conseguiu controlar as suas finanças e o dinheiro disponibilizado não arca com todas as contas, priorize o pagamento daquelas que possuem o juros elevado, como o cartão de crédito.

Sendo assim, evitando pagar por juros, de certa forma representa uma economia nas finanças. Em contrapartida, se você tiver todos os recursos necessários para quitar as suas dívidas, procure pagá-las antes do vencimento para não gerar possíveis acréscimos.

  1. Mude os seus hábitos

Para conseguir êxito no controle financeiro, tenha em mente que você e sua família vão precisar realizar ajustes nos gastos adicionais e, consequentemente, deixar de lado alguns hábitos rotineiros.

Jantar em restaurantes todo final de semana, ir ao cinema com frequência, comprar materiais voltados a estética, como uma espuma laminada, por exemplo, e fazer compras todo mês são atividades que devem se tornar menos frequentes.

Para evitar possíveis desentendimentos, busque explicar, da melhor maneira, a situação financeira atual e como isso pode afetar a qualidade de vida da família.

Em alguns momentos, substituir programas pagos por atividades gratuitas pode ser uma forma de compensar a redução dos custos e sacrifícios temporários.

  1. Crie uma reserva de emergência

Uma das medidas mais importantes de um planejamento financeiro é criar uma reserva de emergência. Depois de pagar todas as suas dívidas, identifique a porcentagem adequada da sua renda que pode aplicada ou reservada.

Nesse sentido, 10% da sua renda ao mês, por exemplo, pode desenvolver uma espécie de ‘’válvula de escape’’ para gastos inesperados, como convênio médico, manutenção do carro ou a troca do piso de concreto do seu quintal.