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Archives for novembro 2021

IA: ser humano será substituído por máquinas ou haverá a criação de novos trabalhos?

TECNOLOGIA

Especialista garante que, como toda revolução, muitas mudanças ocorrerão, contudo, isso não significa que acabarão empregos.

Não é nenhum segredo que os serviços de robotização são primordiais para o progresso e a competitividade das empresas. A previsão é que, até o fim deste ano, conforme aponta levantamento da HSR Specialist Research, só o mercado de Robotic Process Automation (RPA) alcance a cifra de US$ 1,2 bilhões. Mas, no Brasil, o caminho ainda é longo para que as empresas, muitas ainda dando seus primeiros passos nesta jornada, melhorem suas capacidades de automação inteligente.

Então, com o intuito de fazer um debate do mercado de automação do Brasil e compreender em qual posição se encontram as empresas de variados portes e segmentos para atender às novas demandas e capacidades trazidas pelo avanço da automação inteligente, é que foi realizado, no ROIT BANK, o evento By Members do LIDE Paraná.

Na ocasião, Lucas Ribeiro, CEO do ROIT BANK, ao apresentar a palestra “Transformação Digital na Prática: como aplicações de inteligência artificial e robotização transformam processos e dão eficiência às médias e grandes empresas”, levantou uma das questões mais discutidas no momento: “Afinal: a inteligência artificial vai eliminar vagas de emprego?”.

Para alívio de muitos, a resposta foi negativa: como toda revolução, muitas mudanças ocorrerão, naturalmente, contudo, isso não quer dizer que os empregos serão extintos. Mesmo porque, quem se lembra dos automóveis que deram fim às carruagens, mas, em compensação, criaram outros mercados e outras profissões? Das locadoras de vídeo, extintas graças à internet? E das máquinas de datilografar, substituídas pelo computador? “Então, com a inteligência artificial (IA), o humano continuará parte do processo, mas ele é exceção à regra, entrando em cena nas situações em que os robôs não conseguem operar”.

Fonte: Engenharia de Comunicação

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Conheça seus direitos como consumidor e veja dicas para se preparar para a Black Friday

26 DE NOVEMBRO

Com a expectativa do mercado em alta para o dia 26 de novembro, saiba quais são as ferramentas que podem assegurar e respaldar sua compra.

Apesar da recessão e queda no varejo, alguns setores têm superado a crise econômica e tiveram crescimentos exponenciais mesmo durante a pandemia, como é o caso do comércio eletrônico.

Somente no Brasil, este setor teve um crescimento em 68% em comparação com 2019, elevando a participação do e-commerce no faturamento total do varejo, que passou de 5% no final de 2019 para um patamar acima de 10% em alguns meses do ano passado, segundo levantamento da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm).

Com a Black Friday a expectativa não é diferente: o evento promete movimentar cerca de R$ 110 bilhões este ano no comércio eletrônico no país, segundo uma pesquisa da E-bit/Nielsien.

Diante de tantas promoções empolgantes, a professora Letícia Moraes Silvério, coordenadora do curso de Direito da Faculdade Anhanguera, destaca alguns pontos importantes que os consumidores devem se atentar nas compras online.

Analise a aparência do site

A coordenadora avisa para que os clientes fiquem atentos à página oficial da loja, ao seu visual, logo e marca. Identifique se há muitos erros gramaticais, se as imagens são de boa qualidade e confira o link do domínio (.com ou .org, por exemplo). Tudo isso são indicações de que a loja é de fato a que sugere.

Pesquise a reputação da plataforma

Todo cliente deve procurar por referências antes de realizar uma compra online, explica a docente. “Verifique a reputação das lojas através de pesquisas em sites de reclamações, além de comentários e avaliações de antigos compradores. Esse repertório pode auxiliar na decisão final do comprador”, completa.

Direito a troca e devolução

Mesmo no mundo online, as plataformas de compras digitais seguem a legislação vigente do Código de Defesa do Consumidor (CDC), que garante ao cliente o direito de desistir de uma compra em até sete dias do recebimento, já que a compra é feita à distância e o cliente não consegue ver pessoalmente o produto.

Canal de atendimento

Outro fator decisivo para finalizar a compra é verificar se o site possui canais de atendimento, facilitando a comunicação em caso de problemas. “Certifique-se de que a loja possui um canal de comunicação, o SAC, e uma política transparente de trocas ou devoluções”, finaliza a coordenadora.

Direito à entrega

O CDC também garante que o produto comprado deverá ser entregue, seguindo um prazo estipulado previamente aceito pelo comprador, e caso não seja cumprido, o código prevê a devolução do valor com o frete, um produto equivalente ou se assim escolher, o envio mesmo que atrasado.

Propaganda enganosa é crime

Vale lembrar também que a propaganda enganosa é considerada como ato ilícito e essas ações podem e devem ser enviadas ao Procon, Conar e acionadas judicialmente com base no CDC.

Com informações Faculdade Anhanguera

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