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Archives for fevereiro 2021

Roubo de contas foi o principal crime financeiro online de 2020; saiba como se proteger

GOLPES

Relatório apontou que houve crescimento de 20% nos golpes financeiros no último ano.

Em 2020, houve um aumento considerável em roubos de contas financeiras pela internet, segundo o estudo da empresa cibersegurança russa Kaspersky divulgou. A alta foi de 20% em relação a 2019  e representou 54% das transações fraudulentas ao redor do mundo.

Segundo o relatório, o crescimento na prática criminosa se deu pelo aumento nas atividades feita digitalmente durante a pandemia de Covid-19. Além disso, o internet banking e o comércio eletrônico também impulsionaram o interesse dos criminosos.

Grande parte desses ataques acontecem com o uso de engenharia social, quando um criminoso convence a vítima a passar informações (saiba como se proteger abaixo).

Os esquemas mais comuns para tomar as contas financeiras são os de “salvadores” e de “investidores”, segundo a Kaspersky.

Os “salvadores” fingem ser especialistas em segurança e ligam para clientes de bancos como se fossem funcionários que estão oferecendo ajuda.

Eles avisam sobre cobranças ou pagamentos suspeitos e pedem para que a vítima confirme dados de sua identidade e até mesmo o token de acesso à conta (muitas vezes disponível em um aplicativo do banco). Em outros cenários, eles podem solicitar que a vítima instale um aplicativo de acesso remoto, como se isso fosse necessário para solucionar o problema.

Já os “investidores” fingem ser funcionários de uma empresa de investimentos ou consultores do banco e pedem dados que dão acesso às contas bancárias.

Para evitar de cair em golpes é preciso sempre desconfiar de contatos inesperados. Em casos como os que foram exemplificados pela Kaspersky, é importante nunca ceder informações sensíveis como token de acesso ou senha do banco.

Caso desconfie de algum contato, é recomendável não seguir com o atendimento e realizar uma ligação para a instituição financeira que supostamente queria te atender.

Como evitar golpes em contas bancárias?

Golpes podem chegar por SMS, e-mail, WhatsApp ou pelas redes sociais. Ao receber uma mensagem de seu banco ou financeira, é importante seguir uma lista básica de prevenção:

  • Nunca clique em links antes de fazer uma boa checagem da mensagem;
  • Tenha cuidado extra com links encurtados, verifique os outros itens da mensagem com ainda mais cuidado;
  • Nunca forneça senhas ou tokens fora do aplicativo ou site oficial do banco (nem mesmo pelo telefone);
  • Não compartilhe código de verificação, como do WhatsApp, recebido por e-mail ou SMS;
  • Verifique o número de onde foi enviado o SMS – números desconhecidos podem significar golpe;
  • Cheque sempre o remetente do e-mail para verificar se é um endereço válido de seu banco;
  • Nas redes sociais, veja se a conta da instituição financeira é verificada;
  • Desconfie de promoções muito generosas.
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IR 2021: fiscais checam ostentação nas redes sociais para validar declaração

CRUZAMENTO DE DADOS

Fiscais da Receita Federal têm cruzado as informações dos bens declarados no Imposto de Renda com as publicações nas redes sociais.

O prazo para realizar a declaração do Imposto de Renda 2021 terá início na próxima semana, mas os contribuintes já devem começar a se preparar para não ter transtornos com a Receita Federal.

Um deles é o risco de ser pego pelo leão por conta da ostentação nas redes sociais. Não que seja proibido, mas é preciso que a declaração retrate a realidade.

“Os fiscais da Receita Federal cruzam as informações dos bens declarados com as postagens nas redes sociais. Se elas demonstram uma vida de luxo que não condiz com o que foi declarado, o contribuinte cai na malha fina.   E o fato é que a maioria não faz ideia que esse tipo de checagem ocorre” explica Samir Nehme, presidente do Conselho Regional de Contabilidade do Rio de Janeiro (CRCRJ).

Checagem IR 2021

O especialista esclarece que a checagem é feita no momento em que as informações enviadas pelos contribuintes nas declarações são processadas por supercomputadores, responsáveis por cruzar os dados, incluindo operações de cartão de crédito ou imobiliárias e movimentações financeiras, e apontar contradições.

Samir explica que os perfis não são escolhidos aleatoriamente. Só depois que o sistema acusa casos com possíveis inconsistências, os fiscais da Receita comparam as informações prestadas pelo contribuinte com o que ele posta nas redes sociais. Considerando a cultura que o brasileiro tem de expor boa parte de sua rotina nas redes, não é difícil reconhecer quando a declaração não condiz com a realidade.

“Uma vez que caia na malha fina, a Receita Federal solicita esclarecimentos ao contribuinte. O ato de não pagar o tributo, em si, não representa sonegação de impostos, que é crime previsto na Lei 9.137/90, mas sim quando demonstrada fraude, como, por exemplo, adulteração de valores em documentos combinado ao não pagamento do imposto devido”, esclarece o contador.

Se identificada a sonegação, além da cobrança do tributo e multa – que pode chegar a 225% sobre o valor do imposto devido, a acusação criminal é comunicada ao Ministério Público, podendo, em caso de sonegação, gerar prisão de dois a oito anos.

Malha fina

Existem três principais razões para cair em malha fina: primeiro, omissão de informações sobre rendimentos.

Em segundo lugar, dedução indevida de Previdência oficial ou privada, seguida por incompatibilidade entre valores com despesas médicas e receitas declaradas.

São menos frequentes, mas também merecem atenção: informações divergentes das fontes pagadoras, comissão de rendimentos de aluguéis e pensão alimentícia com indícios de falsidade.

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Aposentado do INSS já pode consultar extrato para declarar o Imposto de Renda 2021

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Carteira de Trabalho Digital ultrapassa 303 milhões de acessos

Mais de 303 milhões de pessoas já acessaram a Carteira de Trabalho e Previdência Social Digital (CTPS) desde seu lançamento em janeiro de 2019. Fruto de uma iniciativa da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia com a parceria tecnológica da Dataprev, a CTPS evita que o cidadão tenha que ir presencialmente retirar o documento.
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PGFN reabre parcelamentos especiais relacionados à pandemia

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Simples Nacional: regularização de pendências pode ser feita até dia 15

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Obrigações acessórias com periodicidade anual e semestral

PRAZOS

Fique atento para os prazos de entrega das obrigações acessórias federais

Fique atento para os prazos de entrega das obrigações acessórias federais com periodicidade anual e semestral, que vencerão no mês de fevereiro/2021.

Obrigações Acessórias Anuais relativas ao ano-calendário 2020

Declaração

Prazo

Período

Base Legal

DIRF

26/02/2021

Ano-calendário de 2020

Art. 7º da Instrução Normativa RFB nº 1.990/2020

DIMOB

26/02/2021

Ano-calendário de 2020

Art. 3º da Instrução Normativa RFB nº 1.115/2010

DMED

26/02/2021

Ano-calendário de 2020

Art. 5º da Instrução Normativa RFB nº 985/2009

Obrigações Acessórias Semestrais relativas ao 2º Semestre de 2020

Declaração

Prazo

Período

Base Legal

DECRED

26/02/2021

2º Semestre/2020

Art. 4º da Instrução Normativa RFB nº 341/2003

e-FINANCEIRA

26/02/2021

2º Semestre/2020

Art. 10 da Instrução Normativa RFB nº 1.571/2015

Lembramos que o atraso na entrega ou apresentação inexata ou incompleta sujeitam o contribuinte a penalidades, descritas:

a) no art. 25 da Instrução Normativa RFB nº 1.990/2020, em relação à DIRF;

b) no art. 4º da Instrução Normativa RFB nº 1.115/2010, em relação à DIMOB;

c) no art. 6º da Instrução Normativa RFB nº 985/2009, em relação à DMED;

d) no art. 13 da Instrução Normativa RFB nº 1.571/2015, em relação à e-Financeira; e

e) no art. 7º da Instrução Normativa RFB nº 341/2003, em relação à DECRED.

Fonte: Editorial Cenofisco

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